Rancores

Morbidez,

Gradativamente

Vem à tona

Sua alma

Torpe

Sequioso

Por sangue

Hoje estancado

Mas,

Prestes a

Jorrar.

Quer que o mundo

Se desfaça

Em guerra.

A mordaça

Uniformizada

Clama por poder

E segurança!

Proteção esta

Que negam

A quem difere

Ou diverge

Do seu projeto

De Poder.

Vida pra ti,

Fuzil pra outrem.

Dominar

Incessantemente!

Exercer-se

Plenamente,

Sobre a frágil

Constituição

dos corpos

E do Brasil.

Os que o cercam

Não resistem

às investidas

De sua personalidade

Vil.

Corrupto

E tosco

Envergonha a todos

Que desejam

ao menos

O fim do estado

De exceção.

E sonham

Com um mundo em

Paz.