Alma

Sou um vulcão chamado Alma.
Ele está sob um rio chamado Corpo
Que de tão frágil se fez Sereno.

Alma sempre pulsa
Expulsa, queima, jorra!

Corpo freia, pondera, pensa…

Sou todo sentimento.

Me dilacero calmamente
Ante o espelho.

Nego tudo o que sinto e penso.
Administro sentimentos como peças a se montar.

Quebra cabeças… Alma jorra, corpo treme.